Antes de iniciar imunobiológico ou quimioterapia
Triagem de infecções latentes (TB, hepatites, herpes), atualização vacinal e plano de prevenção.
Pacientes oncológicos, transplantados, em uso de imunobiológicos e portadores de doenças autoimunes , prevenção e manejo de infecções oportunistas.
Agende sua consultaO paciente imunossuprimido tem outro relógio: febre é urgência, vacinas exigem janela, infecções comuns mudam de comportamento.
Triagem de infecções latentes (TB, hepatites, herpes), atualização vacinal e plano de prevenção.
Acompanhamento conjunto com a equipe transplantadora, profilaxias e manejo de oportunistas.
Plano vacinal e infectológico antes da imunossupressão; seguimento durante a terapia.
Urgência infectológica , avaliação rápida e início de antibioticoterapia empírica.
Sintomas sugestivos de TB, herpes-zóster, citomegalovírus, hepatites , investigação dirigida.
Avaliação rigorosa de vacinas permitidas, profilaxias e cuidados específicos.
Investigação, prevenção e acompanhamento organizados de acordo com o seu quadro e a sua rotina.
Acompanhamento durante e após quimioterapia.
Seguimento longitudinal com a equipe transplantadora.
Profilaxias específicas e atualização vacinal pós-transplante.
Triagem pré-início e seguimento durante a terapia.
Lúpus, artrite reumatoide, doenças desmielinizantes em terapia.
Avaliação de risco infeccioso e estratégias de prevenção.
Pneumocystis, citomegalovírus, fungos, herpesvírus.
Manejo agudo, frequentemente como urgência hospitalar.
Triagem com PPD/IGRA e tratamento profilático quando indicado.
Plano específico, com vacinas vivas contraindicadas.
O paciente imunossuprimido vive numa janela mais estreita , onde febre é alarme e vacina é decisão técnica. O cuidado infectológico fecha essa janela.
A atuação é, com frequência, em conjunto com oncologista, reumatologista, transplantador ou hematologista , o paciente recebe um plano costurado.
Tempo de escuta, exame clínico atento e plano de cuidado escrito.
Doença de base, terapia em curso, esquemas anteriores, exames e linha do tempo.
TB, hepatites virais, sífilis, doença de Chagas, parasitoses , antes da imunossupressão.
Vacinas indicadas, contraindicadas, doses extras, profilaxias antimicrobianas.
Reavaliação periódica em conjunto com a equipe especialista da doença de base.
Consultório em Higienópolis. Indicado para avaliação inicial, exame físico detalhado e situações que envolvem decisão complexa.
Boa via para revisão de exames, ajuste de profilaxia e troca de informações com a equipe especialista de outra cidade.
Atuação ao lado do oncologista, reumatologista ou transplantador , relatórios e contato direto entre as equipes.

Médica infectologista formada pela UFBA, com residência no Instituto de Infectologia Emílio Ribas e doutorado em andamento na FMUSP.
Atua no Hospital Sírio-Libanês e nas Clínicas Einstein, com uma prática guiada por escuta, clareza e evidência atualizada.
Cuidado infectológico conjunto com a equipe da doença de base. Presencial em São Paulo e por telemedicina.