Herpes labial frequente
Mais de quatro a seis episódios por ano , momento de avaliar terapia supressiva e gatilhos.
Herpes labial recorrente, herpes genital, herpes-zóster (cobreiro) e infecções que insistem em voltar , terapia supressiva e investigação de causas.
Agende sua consultaRecorrência tem motivo , imunidade, estresse, comorbidade, falha de esquema. A consulta investiga e propõe estratégia de longo prazo.
Mais de quatro a seis episódios por ano , momento de avaliar terapia supressiva e gatilhos.
Episódios repetidos, ansiedade entre crises, transmissão para parcerias , há estratégia.
Manejo agudo da neuralgia, prevenção de neuralgia pós-herpética e indicação de vacinação.
ITU recorrente em mulheres e homens , investigação e profilaxia individualizada.
Episódios frequentes, parcerias envolvidas, falha de tratamento padrão.
Investigação de causas: estresse, sono, comorbidades, deficiências imunológicas.
Investigação, prevenção e acompanhamento organizados de acordo com o seu quadro e a sua rotina.
Tratamento agudo e indicação de terapia supressiva crônica.
Diagnóstico, tratamento, supressão e orientação a parcerias.
Manejo agudo, neuralgia pós-herpética e vacinação.
Esquemas diários para reduzir frequência e transmissão.
Avaliação de causas para recorrência além do esperado.
Esquemas de manutenção e orientação a parcerias.
Profilaxia, investigação anatômica e medidas comportamentais.
Conversa sobre fatores moduladores da recorrência.
Diabetes, doenças autoimunes e medicações que favorecem recorrência.
Vacina herpes-zóster (≥ 50 anos ou imunossuprimidos) e HPV em adultos.
Não basta tratar o episódio , é preciso entender o que faz ele voltar. A consulta organiza o quadro: gatilhos, comorbidades, imunidade, qualidade de vida.
Com a estratégia certa, a frequência cai. E, com ela, cai o medo da próxima crise.
Tempo de escuta, exame clínico atento e plano de cuidado escrito.
Frequência, gravidade, fatores percebidos como gatilho , mapeamento completo.
Exames laboratoriais e sorológicos quando indicados, sem excesso.
Como tratar a próxima crise e como reduzir a frequência delas.
Reavaliação a cada 3 a 6 meses, ajustes finos e revisão de gatilhos.
Consultório em Higienópolis. Indicado para avaliação inicial e quando há lesão ativa que exige exame físico.
Excelente para retornos, ajuste de terapia supressiva e revisão de exames , receita digital com assinatura ICP-Brasil.
Plano de longo prazo combina visitas presenciais ocasionais com retornos online frequentes , o que for mais prático.

Médica infectologista formada pela UFBA, com residência no Instituto de Infectologia Emílio Ribas e doutorado em andamento na FMUSP.
Atua no Hospital Sírio-Libanês e nas Clínicas Einstein, com uma prática guiada por escuta, clareza e evidência atualizada.
Plano de longo prazo para infecções que insistem em voltar. Presencial em São Paulo e por telemedicina.